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No Janeiro Roxo, UBSs de São Bernardo intensificam atividades de conscientização sobre hanseníase

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura


O mês de janeiro marca a mobilização nacional de conscientização sobre a hanseníase, doença infecciosa que afeta a pele e os nervos periféricos, tendo como principal sintoma a perda de sensibilidade. Em São Bernardo do Campo, a campanha Janeiro Roxo mobiliza todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que intensificam ações educativas e disponibilizam materiais informativos para ampliar o conhecimento da população.


De acordo com boletim da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, o município registra uma queda significativa no número de novos casos. Em 2025, foram contabilizados apenas quatro casos da doença, reflexo das ações contínuas de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento.


A Policlínica Centro abriga o Programa Municipal de Controle da Hanseníase, oferecendo avaliação, diagnóstico, orientação, acompanhamento clínico e tratamento medicamentoso gratuito pelo SUS. O atendimento pode ser acessado por encaminhamento das UBSs ou por demanda espontânea. A unidade está localizada na Avenida Armando Ítalo Setti, 402, no Baeta Neves. Informações podem ser obtidas pelos telefones 2630-6351 / 6358 / 6371 / 6393. A Vigilância Epidemiológica também presta orientações pelo telefone 2630-6430.


O secretário de Saúde de São Bernardo, Dr. Jean Gorinchteyn, ressalta a importância do diagnóstico precoce. “É fundamental que as pessoas estejam atentas aos sintomas e procurem a UBS. O diagnóstico precoce reduz a transmissão e o risco de incapacidades físicas. Nossas equipes estão preparadas para atender toda a população, e o tratamento é gratuito pelo SUS”, afirmou.


Segundo o Ministério da Saúde, a hanseníase pode acometer pessoas de todas as idades e sexos. A transmissão ocorre principalmente pelo contato próximo e prolongado com pessoas não tratadas, por meio de secreções respiratórias. As lesões neurais podem causar deficiências físicas, sendo também responsáveis pelo estigma e discriminação associados à doença.


Entre os principais sintomas estão manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele com alteração de sensibilidade, formigamento, dormência, redução de pelos e suor nas áreas afetadas, além de nódulos ou dor em alguns casos.


Ao longo de todo o mês, especialmente entre 12 e 16 de janeiro, as UBSs realizam ações como painéis informativos, rodas de conversa, distribuição de materiais educativos, capacitações de agentes comunitários de saúde e orientações em salas de espera, reforçando o compromisso do município com a saúde pública e a informação de qualidade.


Foto: Divulgação/PMSBC

 
 
 

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