top of page
  • Foto do escritorRedação

Estudantes de Diadema participam da redação de manifesto pela cultura de paz nas escolas




Os estudantes de Diadema Carine Dourado Saife, de 9 anos, e Enzo Souza Teodoro, de 10 anos


Representantes de quatro municípios do Grande ABCD estiveram na sede do Consórcio Intermunicipal Grande ABC para a construção coletiva que será apresentada aos prefeitos da região no dia 28 de abril

Dois estudantes da rede municipal de Diadema, representando todos os conselhos e grêmios curumins da cidade, participaram na manhã desta terça-feira (25), na sede do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, de dinâmica que visa a redação de um manifesto pela cultura de paz nas escolas. O documento, que será redigido a partir da colaboração de estudantes de quatro municípios, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, será entregue na próxima sexta-feira, dia 28 de abril, aos prefeitos das cidades.

Oito crianças e adolescentes, com idades entre 9 e 14 anos, participaram de dinâmica que foi conduzida pela coordenadora do núcleo de Gestão de Conselhos da Secretaria de Educação de Diadema, Elisabete Marques Pereira de Oliveira, com auxílio de integrantes das Secretarias de Educação dos demais municípios. Em fichas coloridas os estudantes escreveram sobre as escolas que eles têm, as escolas que eles querem, como fazer para que as escolas sejam como eles sonham e o que eles esperam que os prefeitos façam depois que receberem o manifesto.

Participaram representando os estudantes de Diadema a aluna da Emeb Deputado Freitas Nobre, Carine Dourado Saife, de 9 anos, e o estudante da Emeb Dr Átila Ferreira Vaz, Enzo Souza Teodoro, de 10 anos. “Elaborar um documento sobre a paz nas escolas, especialmente nesse momento que vivemos, é uma tarefa muito importante. E a gente precisa que vocês, estudantes, nos ajudem a refletir sobre um mundo melhor”, afirmou a secretária de Educação de Diadema e coordenadora do GT (Grupo de Trabalho) Educação do Consórcio, Ana Lucia Sanches.

"A gente está aqui hoje em uma construção coletiva e inédita. Ouvir as crianças, dar voz às crianças, reconhecer que somos adultos, mas temos muito o que aprender com elas, é um caminho para a construção dessa escola que toda a sociedade quer", completou Ana Lucia. "E o que a gente quer é uma escola viva, onde exista a brincadeira, o conhecimento, a alegria e, claro, a paz", concluiu.

A coordenadora do núcleo de Gestão de Conselhos, Elisabete, destacou que a atividade foi muito rica porque cada estudante traz os seus próprios contextos, as suas realidades de organização escolar e tudo é oportunidade de aprendizado. “São eles quem estão no cotidiano das escolas, em todos os dias letivos e podem trazer um retrato fiel da realidade das unidades escolares”, pontuou.

Texto: Aline Melo Foto: Igor Andrade Cotrim


Comments


bottom of page