Alunos do Colégio Singular conquistam vaga em universidades por meio de olimpíadas acadêmicas
- Redação
- há 3 horas
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Alunos do Ensino Médio do Colégio Singular estão transformando desempenho em olimpíadas acadêmicas em passaporte para o ensino superior. Os estudantes Yuri Tutiya de Barros e Isabelly Flores Santos Batista são exemplos de como dedicação,
estratégia e incentivo escolar podem abrir caminhos além do vestibular tradicional e do Enem.
O interesse de Yuri pelas competições do conhecimento começou no Ensino Fundamental, quando conquistou sua primeira medalha na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). A experiência marcou o início de uma trajetória que se estendeu por diferentes áreas.
Ao longo dos anos, participou de competições como a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e a Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), mas foi na Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG) onde encontrou maior identificação com o seu perfil acadêmico. Ao conquistar medalha de prata, Yuri garantiu aprovação na faculdade por meio das chamadas vagas olímpicas.
Hoje, é estudante de Ciências Sociais na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), após também ter sido aprovado em diversas universidades públicas pelo país - no curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Federal de Goiás (IFG), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Federal do Amapá (Unifap), Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e Administração no Instituto Federal do Acre (IFAC).
Para ele, a trajetória foi construída com autonomia, organização e, sobretudo, incentivo. O estudante destaca o papel essencial dos professores, que o ajudaram a enxergar na educação um caminho concreto de transformação.
Já Isabelly Flores Santos Batista encontrou nas olimpíadas uma forma de potencializar seus estudos durante o Ensino Médio. Como participante da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) conquistou medalha de prata na segunda série e ouro na terceira. O desempenho abriu as portas da Universidade de São Paulo (USP), além de aprovações em outras instituições, como a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Segundo Isabelly, a estratégia foi alinhar os estudos escolares com os conteúdos exigidos nas competições, utilizando materiais oficiais e aprofundando os temas vistos em sala de aula. Apesar dos desafios de conciliar a rotina intensa, ela ressalta que as duas experiências caminharam juntas. “Explorar ao máximo as oportunidades oferecidas pela escola pode revelar caminhos que muitos estudantes sequer imaginam”, afirma.






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